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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Memórias do CETA (que não vivi)

Esta leitura encenada reflete as minhas memórias do CETA! Escrevinhei alguns textos que retratam quatro momentos importantes e fundadores do CETA. Eles foram construídos com base nas leituras dos jornais da época e nos depoimentos que ouvi de alguns dos membros mais antigos deste grupo de teatro. Também convidei a Zita Leal para que relate, em palco, a sua própria experiência na estreia do nosso primeiro espetáculo (1959).

A magia, o encantamento, o fantástico aconteceu e, certamente, continuará a acontecer… Procurei e descobri alguns desses momentos onde a magia, o encantamento e o fantástico se concretizaram…

Espero que se sintam tão felizes como eu me senti quando descobri estes momentos maravilhosos!

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“Tenho a impressão ou o sentimento de que o mundo está inacabado,  como se Deus, que criou o mundo em seis dias e repousou no sétimo,  não tivesse tido tempo de tudo fazer. O mundo parece-me demasiado pequeno, a vida demasiado curta , a felicidade pouco feliz.  Escrevo para concluir o mundo, para juntar à criação o oitavo dia.”

Antonine Maillet

 

 Somos, certamente, os fazedores do oitavo dia por definição. Moldamos os protagonistas do futuro. Damos um pequeno toque no barro que irá cristalizar o futuro quando este se transformar em presente e no instante seguinte em passado. Essa é a nossa missão. Uma missão de uma responsabilidade extrema. Somos professores. Criadores de futuros!

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É norma, em Portugal, chegar sempre um bom bocado depois da hora combinada, da hora marcada. Só nós temos institucionalizado “o quarto de hora académico”. Há uma condescendência com os sistemáticos atrasos dos portugueses. O atraso que é assumido e interiorizado por cada um de nós transmuta-se num atraso brutal do país. Esta cultura do atraso torna-se num enorme atraso da nossa cultura. Este hábito do atraso, da demora, do adiamento, do retardamento nos encontros contamina outras situações e outros aspectos da vida, por exemplo, os atrasos nos pagamentos e isto, obviamente, entorpece a nossa economia. Precisamos alterar este hábito. Num país onde o padrão e o paradigma é o hábito do atraso, quem sofre, em permanência, são as pessoas pontuais. 

Eu sou um desses sofredores!    

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Ontem vi, casualmente, um filme dinamarquês de 2003  chamado kitchen stories. É um filme delicioso por muitos motivos. Preciso de revê-lo para verificar alguns pormenores e algumas nuances que certamente perdi. Às vezes existem pequenas pérolas escondidas que estão à nossa espera… mesmo sem as procurar. A vida é extraordinária! Às vezes são coisas quase insignificantes que tornam a nossa existência bela e fantástica. Só posso agradecer pelo que me vai acontecendo. E cada dia preciso de agradecer mais e mais pelas pequenas grandes coisas que o destino (se ele existe!) me vai oferecendo. Antes de ler um livro ou ver um filme ou assistir a uma peça de teatro peço, interiormente, que o autor, diretor ou encenador me surpreendam. Quando isso acontece sou extraordinariamente feliz e sinto, secretamente, uma inveja saudável (se há essa categoria de inveja) de quem produziu tão magnifica obra de arte. A vida só é suportável pela arte, sem ela seria um infinito vazio! Vivam as pequenas e grandes pérolas artísticas!   

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Presidente de quê?

Presidente? da República???

Presidente???

O 5 de Outubro é, obviamente, uma data muito importante para a maioria dos portugueses que são republicanos. Este dia deixou de ser feriado como consequência duma medida meramente economicista. O governo, que ainda se encontra em funções, foi o responsável por esta desvalorização simbólica deste referencial histórico.

A acrescentar a este facto negativo junta-se a insensibilidade do Presidente. Justifica, o professor Cavaco e Silva, a sua ausência nas comemorações deste 5 de Outubro por se ter de “concentrar na reflexão sobre as decisões que terá de tomar” nos dias seguintes às eleições. É, óbvio, que hoje (5/10/2015), o contexto político exige a necessidade destas “profundíssimas reflexões”. Lembro, também, que há cinco dias atrás, o nosso Presidente proferiu umas misteriosas declarações em que dizia que sabia muito bem o que iria fazer no pós-eleições. Então, há cinco dias sabia o que ia fazer e, hoje, precisa de uma monumental reflexão para saber o que vai fazer? Dá para perceber?

Ele é o Presidente da República que não vai às comemorações da República da qual é Presidente. Dá para perceber?

Tenho de nascer duas vezes, no mínimo, para entender a coerência deste Presidente, seja lá do que for… talvez, da República que não comemora!

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5 – Desafiarás a paciência de um santo

 

 

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Evento “Abraços Solidários” realizado no dia 14 de abril de 2012

Afetivamente o abraço é símbolo de amor;
Socialmente o abraço é símbolo de amizade;
Politicamente o abraço pode ser um símbolo de resistência.

Pretendia transformar um abraço repetidamente dado pela maior parte dos portugueses numa ação política de resistência a uma governação injusta e pouco solidária.
Todos os portugueses unidos por abraços, sempre vigilantes, exigindo uma boa governação.
Sou apenas um sonhador… ou talvez não!

Video realizado por Ricardo Abreu

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