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Archive for Novembro, 2018

No dia 5 de outubro de 2018 os professores que foram à manifestação em Lisboa guardaram um minuto de silêncio pelo falecimento prematuro da palavra dada do nosso Primeiro Ministro.
Eis o resultado deste Réquiem.

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Cito textualmente as respostas dadas por Ribau Esteves e Almeida Henriques, dois vice-presidentes da Associação Nacional de Municípios Portugueses, aos meios de comunicação social sobre o lamentável e terrível acidente em Borba, quando lhes colocam a seguinte questão: “O que sabemos sobre o grau de conservação destas estradas? Em termos de avaliação nacional muito pouco. Isto além de considerações genéricas sobre o mau estado de algumas estradas municipais. Ribau Esteves adianta que muitas vias passadas para as câmaras pela Estradas de Portugal precisavam de obras e que não foram assegurados recursos financeiros para essas intervenções. Já outro vice-presidente da ANMP, Almeida Henriques, diz ao Público que há milhares de quilómetros de estradas que as autarquias não têm dinheiro para manter.”

Perante esta terrível confissão coincidente de dois autarcas dirigentes da ANMP sobre a incapacidade total e absoluta de manter em bom estado, e em condições de segurança, as estradas que passaram para a esfera dos municípios por falta de dinheiro, é óbvia a conclusão a retirar: se os municípios não têm capacidade financeira para dar resposta adequada às competências que atualmente lhe são atribuídas como poderão assegurar novas competências? Obviamente será uma catástrofe! Será que é isso que se pretende?

Provavelmente não haverá mortes imediatas a nível da Educação quando esta for definitivamente municipalizada… mas representará, com toda a certeza, uma estocada de morte ao futuro, ao nosso futuro coletivo! 

E os nossos governantes não vêem isto?  E os nossos autarcas não vêem isto? Estarão todos cegos?

É apenas simples cegueira ou é uma estratégia bem planeada?

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A capacidade de ubiquidade aproxima este deputado do divino. É pena que essa ubiquidade seja fraudulenta o que o coloca na parte mais baixa e primária do humano.

Os seres humanos elevam-se ou diminuem-se não pela sua categoria social ou profissional mas sim pelas suas ações. O nosso povo tem direito a que todos os seus representantes na Assembleia da República sejam dignos e mereçam o lugar que ocupam.

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