A nossa marca distintiva como humanos é a procura infinita da verdade, da essência e da origem. É este o nosso denominador comum. Os caminhos para chegar a essa “terra perdida” são múltiplos e diversos. Poucos (ou mesmo ninguém, sendo pessimista!) são os que conseguem levar a bom porto essa procura eterna, mas é uma verdadeira aventura o processo, o caminho, o percurso que se faz com o objetivo de lá (seja onde for) arribar. A nossa vida resume-se a isso: a procura perpétua do… paraíso perdido!
Archive for Novembro, 2017
O paraíso perdido
Posted in REFLEXÕES on Novembro 30, 2017| Leave a Comment »
Palavra de honra
Posted in REFLEXÕES on Novembro 29, 2017| Leave a Comment »
Palavra de honra. Diz o dicionário sobre esta expressão: “promessa que se faz, dando como garantia a própria honra”. Parece que “dar a sua palavra de honra” é algo fácil de fazer… porque apenas se faz uma promessa. Honrar a palavra. Esta expressão significa cumprir a promessa que se fez quando se deu a palavra de honra. Esta é a parte mais custosa! É aqui que se distinguem as pessoas com palavra das pessoas que são: troca-tintas, intrujonas, sem espinha vertebral, charlatãs, burlonas, vigaristas, mentirosas, trapaceiras, embusteiras, impostoras e enganadoras.
Pressuponho que o Estado é uma pessoa de bem e que os seus legítimos representantes também o são. Sobre isto penso que o Estado já foi, no passado, uma pessoa de bem. No presente, o Estado é uma pessoa com um comportamento muito errático, que por vezes (cada vez mais raras) ainda é uma pessoa de bem. Quando é que o Estado é uma pessoa de bem? Quando trata com as grandes empresas, com entidades multinacionais e supranacionais. Neste caso cumpre escrupulosamente a sua palavra e até vai além dela, ou seja, é capaz de dar mais benesses e benefícios daqueles que tinha prometido. Quando é que o Estado é uma pessoa intrujona e charlatã? Quando trata com os seus cidadãos, sobretudo, aqueles que não têm voz, ou então, aqueles que a sua voz não se faz ouvir. O grau da sua intrujice e da sua trapaça é inversamente proporcional ao poder e à voz que tem o seu interlocutor. Se este for poderoso o Estado será, com toda a certeza, uma pessoa de bem, se pelo contrário, for fraquinho então teremos um Estado enganador e nada cumpridor da sua palavra. O Estado é uma entidade abstracta que não tem rosto, ou pelo contrário, tem uma multiplicidade de rostos. Os rostos dos seus legítimos representantes. É aqui que radica o problema. Se estes fossem todas pessoas de palavra não haveria problema, mas não são… e isso é que é lamentável. Temos sempre governantes sem palavra! E o grave é que nós consentimos e até fomos cúmplices, elegendo-os.
:( :( :(
Posted in Pensamentos on Novembro 28, 2017| Leave a Comment »
Ser bom (também) cansa…
“I love” a manipulação
Posted in REFLEXÕES on Novembro 27, 2017| Leave a Comment »
Querida televisão, querida rádio, queridos jornais, queridos comentadores… manipulem-me! Assinalem o que devo vestir e eu vestirei. Sugiram o que devo comer e eu comerei. Contem-me mentiras como se fossem verdades e eu tomá-las-ei como verdades absolutas. Apontem o dedo a quem devo condenar e eu condenarei. Indiquem a quem adorar e eu adorarei. Mostrem-me o mundo como vos convém e eu assim o verei. Determinem em quem devo acreditar e eu nele acreditarei cegamente. Culpabilizem-me de todos os males que acontecem e eu interiorizarei essa culpa e martirizar-me-ei por ela. Digam-me como devo pensar e eu assim pensarei…
Eu amo-vos e quanto mais me manipulais mais… vos amo. Obrigado pela vossa tão boa e fantástica manipulação. Que seria eu sem ela?…Nada! Absolutamente nada!
Pedir coisas (im)possíveis
Posted in Pensamentos on Novembro 26, 2017| Leave a Comment »
Como pedia coisas possíveis e não me eram concedidas decidi começar a pedir coisas impossíveis…
Debaixo de um nome…
Posted in Pensamentos on Novembro 24, 2017| Leave a Comment »
O escritor e o… livro
Posted in Pensamentos on Novembro 23, 2017| Leave a Comment »
As palavras existem… estão dispersas por aí… basta ter tempo e paciência para caçá-las…