Recupero um vídeo de 2010 que se encontra no Youtube. O narrador descreve um evento histórico: o assalto ao castelo de Bragança.
Transcrevo o que diz o narrador:
“Há ali três castelhanos mortos e dois feridos e só foram atiradas duas setas. Uma eficácia total! Mas…mas…mas atenção que qualquer reino que se preze tem um traidor, e no reino de Portugal também há um traidor. E esse traidor [é o Sócrates] é um belo cabrão e vai abrir a porta e vai deixar entrar os castelhanos para nossa tristeza…”
Fica claro no vídeo que não é o narrador que atribui ao nosso ex-primeiro-ministro o epíteto de “belo cabrão”. É alguém do público que faz este anacronismo e que o enquadra nesta fórmula linguística popular. Nunca pondo em causa o princípio da presunção de inocência, eu acredito na sabedoria do povo.
O nosso povo é sábio!
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