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Archive for Dezembro, 2014

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ATENÇÃO – esta votação não é vinculativa! Tal como ocorreu no referendo da Catalunha, trata-se apenas de uma auscultação ao povo sobre o que pretende para o seu futuro. Como eleitor, tens três possibilidades de escolha, a seguir explicadas. Depois num post ulterior, podes encontrar o boletim de voto. Poderás, então, fazer a tua escolha e votar. Os resultados desta eleição serão divulgados num prazo razoável. Obrigado pela tua participação!

 

Opção A – Privatização do Governo

(Se este executivo privatiza tudo, porque razão não o havemos de privatizar também? Aliás, ele já está privatizado, visto que trabalha para servir os interesses privados e não o interesse público do Estado Português, isto é, dos portugueses!)

privatizaçao

 

Opção B – Despedimento do Governo

(Se o nosso executivo privatiza e vende tudo, nada terá para governar e administrar. Assim, extingue-se o seu posto de trabalho e pode, então, ser despedido por justa causa).

Despedimento

 

Opção C – Manutenção do Governo

(A manutenção deste governo, na sua ação política e governativa, traz, como consequência, o aprofundamento gritante da desigualdade social que se traduz na acumulação exponencial de riqueza para poucos – já são ricos e poderosos – e o resto da população ficará sem nada. Portugal será, a muito curto prazo, um cemitério a céu aberto!).

cruz

 

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Eu voto na privatização

E se vendêssemos este governo? A minha ideia é tentar leiloar, comercializar ou privatizar, o mais breve possível, este executivo governamental antes que seja demasiado tarde. Está em jogo a nossa saúde coletiva e a nossa sobrevivência como povo.

O interessante seria que surgisse de forma espontânea uma oferta pública de aquisição (OPA) de uma multinacional ou de alguns fundos internacionais. Como até este momento não ocorreu nenhum tipo de oferta temos que concluir que este governo não é muito apelativo como produto de mercado.

Sei que o Grupo Goldman Sachs procura em permanência bons executivos que possam ser subservientes acríticos e acéfalos que avalizem as suas políticas e os seus interesses. Se porventura uma tal operação de privatização a cem por cento não resultar por ser demasiado tóxica, podemos tentar privatizar o governo em fatias.

Começamos, por exemplo, por privatizar a ministra da Justiça que é uma especialista em sabotar plataformas informáticas. Podemos continuar o processo, leiloando o ministro da Educação que é um perito em harmonizar fórmulas complexas e colocar devidamente professores nas respetivas escolas. Posteriormente vendemos o Vice Primeiro Ministro a uma empresa de marketing, será certamente muito útil para fazer qualquer tipo de publicidade (sobretudo, a enganosa). Quando chegarmos ao final do processo, fazemos uma proposta irrecusável à Tecnoforma, para que retome nos seus quadros o nosso Primeiro Ministro, que de lá nunca deveria ter saído.

Se o nosso governo privatizar e municipalizar tudo quanto se encontra sob a sua tutela, torna-se inútil a sua própria existência. O procedimento lógico neste caso será despedi-lo por justa causa, alegando extinção do posto de trabalho, ou em alternativa privatizá-lo. E já agora também se podia despedir ou privatizar o Presidente da República e algumas bancadas de deputados da Assembleia da República que só trabalham em prol da privatização (de qualquer coisa). Só descansarão quando já não houver nada para privatizar!

Se o povo português julgar que despedir o governo por justa causa é uma medida muito drástica, então pelo menos que considere a hipótese de o privatizar. Eu voto na privatização! E tu?

Se tens razões objetivas para vender, alugar, privatizar ou simplesmente doar (mandar embora) este governo não te abstenhas de votar!

P.S.: O resultado desta votação será enviado ao nosso governo.

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Quem dá mais?

Foi amplamente noticiado que uma estudante de dezasseis anos, do décimo primeiro ano, da Escola Secundária Alves Redol de Vila Franca de Xira, enviou um e-mail ao professor Marcelo Rebelo de Sousa denunciando que alguns deputados passaram o tempo todo no Facebook a ver raparigas avantajadas. Depois de muitas investigações… electrónicas, com métodos e aparelhos sofisticadíssimos, descobri as imagens que esta estudante observou nos ecrãs dos computadores de suas senhorias. Por essa razão, decidi leiloar algumas das imagens das “garinas avantajadas” que alguns deputados visionavam enquanto se discutia, analisava e votava o Orçamento Geral do Estado para 2015.

 

Cara interessante XI

Cara interessante VII

Cara interessante

 

O leilão está aberto. Quem dá mais?

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É uma evidência que Portugal é um país pequeno. E apesar desse facto a sua população está mal distribuída e dimensionada. O interior do país está a ficar completamente desertificado e o litoral densamente povoado. O mesmo ocorre com as grandes urbes. As políticas deveriam ir no sentido de redistribuir a população de uma forma mais equilibrada. E por falar em equilíbrio da população, é necessário rever alguns rácios. Constantemente escutamos dizer que é necessário redimensionar diversos setores públicos e privados. Isto normalmente significa reduzir o número de trabalhadores de uma determinada empresa ou de um banco de forma a racionalizar os lucros. Defendo que é absolutamente necessário também redimensionar o estado Português. Para o número de habitantes que residem em Portugal existe um número excessivamente elevado de corruptos, de políticos incompetentes, de dirigentes de topo parasitas, de boys partidários, etc., etc. Estes rácios são completamente desproporcionados! O diferencial entre o número existente de corruptos, de incompetentes, de parasitas e de boys e o número que é humanamente suportável pela sociedade portuguesa é enorme! Que fazer? É necessário começar a exportar este tipo de pessoas para sociedades que precisem deles porque os seus rácios são ínfimos. Também podemos tentar requalificar estes seres, apesar da inerente dificuldade desta tarefa. Por último, podemos recolocar estas pessoas noutros locais de trabalho. Os incompetentes, os parasitas, os corruptos e os boys não podem estar em lugares cimeiros do estado. Proponho que estes indivíduos sejam colocados a trabalhar solitariamente na nossa plataforma marítima, que é imensa. Se trabalharem de forma isolada, os corruptos não poderão corromper nem ser corrompidos porque estão sozinhos, a menos que se corrompam a eles próprios. Desta forma a incompetência dos incompetentes não terá qualquer impacto sobre a sociedade. Os boys e os parasitas parasitarão apenas o seu entorno que é, nada mais e nada menos, água.

É igualmente imprescindível aumentar substancialmente os rácios de políticos competentes, de dirigentes de topo honrados, de pessoas independentes preocupadas com o interesse público e genericamente de pessoas boas e dignas que pretendam dedicar-se à política para melhorar a vida dos portugueses.

Somos um povo afável, trabalhador, digno e merecemos melhores dirigentes, melhores políticos e um melhor governo. Devemos lutar incansavelmente, neste sentido, para conseguir redimensionar Portugal!

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Socorro! Preciso desesperadamente de um visto Gold! Tornou-se muito complicado viver naquele país que dizem que é meu. Fiquei a saber que os estrangeiros podem viver muito bem em Portugal, se obtiverem um visto Gold. Para o adquirir, é necessário satisfazer pelo menos um de três possíveis requisitos:

– Realizar investimentos ou transferências de capitais para Portugal de, pelo menos, um milhão de euros;

– Criar, no nosso país, postos de trabalho de forma duradoura;

– Adquirir imóveis em Portugal no valor mínimo de meio milhão de euros.

Estive a analisar demoradamente estas três condições para ver se conseguia alcançar, pelo menos, uma e cheguei a estas tristes conclusões, a saber, infelizmente para conseguir ter um milhão de euros precisava viver aproximadamente 65 anos, ganhar o dobro do salário mínimo nacional (no mínimo) e não gastar absolutamente nada durante essa vida. Conto já com 54 anos, mas por desgraça habituei-me a comer todos os dias e a andar vestido e a ter alguns outros gastos. Eu sei que estes são maus hábitos para um pretendente a alcançar um visto Gold! O que quero dizer é que, para poder investir, um milhão de euros faltam-me apenas… novecentos e noventa e nove mil euros. Se alguém me puder ajudar, agradeço! Também não consigo criar nenhum posto de trabalho e estou a ver-me aflito para manter o meu próprio emprego. Sou funcionário público (professor) e este governo está mortinho para me despedir! Para comprar um imóvel no valor de quinhentos mil euros, faltam-me quatrocentos e noventa e nove mil euros. Se alguém me quiser comprar um imóvel por esse valor, devo dizer, desde já, que aceito! O imóvel que comprei há vinte anos, e que estou a tentar pagar mensalmente ao banco, deverá ser meu quando os meus netos alcancem a idade adulta. Isto, se tudo correr bem!

A minha esperança de obter um visto Gold é cada vez menor.

Com tudo isto fiz uma descoberta – em Portugal cabem os estrangeiros ricos, os banqueiros não idóneos e os políticos corruptos mas há cada vez menos espaço, para funcionários públicos, desempregados, doentes, aposentados e portugueses em geral. Conclusão: neste Portugal sobram centenas de milhares de portugueses.

Pelo que acabo de expor, peço, encarecidamente, um visto Gold para viver no meu país!

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Desassossego

Seguindo uma linha de coerência irrepreensível o governo suprimiu o feriado de 1 de dezembro. E muito bem! Não existe qualquer restauração da independência para festejar. Nós cada vez somos mais dependentes. A nossa soberania reside no exterior e é partilhada por vários países e vários organismos internacionais.

Se acrescentarmos a estes factos a subida ao trono de Espanha de um rei Filipe, neste caso VI, e a vontade dos catalães de serem independentes do reino do país vizinho, podemos ter razões históricas com que nos preocupar. Bom, o que nos pode consolar é que os espanhóis não quererão certamente reconquistar um país que já não é soberano.

Espero que o nosso futuro não seja apenas uma memória daquilo que fomos!

Peço desculpa, isto foi só um devaneio intelectual, o desabafo de um desassossego!

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