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Obrigado por Alabardas…!

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Nas poucas páginas que escreveste e que li, acabei por matar algumas saudades das muitas que tenho da tua escrita. Li, com avidez e deleite, o teu livro inacabado Alabardas, alabardas, espingardas, espingardas. 

Penso que, se fosses vivo, não deixarias publicar esta tua obra inacabada, por outro lado, para mim, foi a derradeira oportunidade para me deliciar com as tuas palavras. Agora, resta-me imaginar os caminhos narrativos que terias seguido para concluir esta história. As tuas personagens Artur Paz Semedo e Felícia continuarão a vagabundear pelos meandros do mundo literário e, certamente, ocuparão o meu pensamento…

Mais uma vez, obrigado, José; é sempre bom lembrar-te, Saramago!

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