Não conseguimos viver em permanência no sem sentido, no vazio, no abismo, na perda… no NADA. Às vezes visitamos estes “lugares”, quase sempre obrigados!
A vida não tem qualquer sentido, mas o homem vai encontrando sentidos para lhe outorgar. Assim consegue viver.
Há uns anos atrás procurei visitar o Nada utilizando um estranho caminho…
Este foi o resultado dessa procura e o percurso que trilhei.
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Olá, António!
Através de amigos comuns, chegaram-me alguns textos teus, reflexões lúcidas e, sobretudo a ideia que contraria Godot (o de Beckett) de que ainda vale a pena fazer alguma coisa…
Abraço,
M.
António,
Visto a 6000 Km de distância, há um tempo atrás… interpretei o “Nada” como tudo! Visão e visões que de como uma ideia simples se transforma numa obra genial que terá como resultado… a interpretação de cada um…
Parabéns e continua 🙂
Ana