Mário Pontes, tal como eu, era um ator amador de bairro, mas ao contrário de mim teve a sorte ou o azar de se ter cruzado no caminho do maior realizador português: Artur Ramadas. Um realizador maldito e proscrito pela sua obra e pelos seus filmes. Provavelmente nunca ouviu falar dele. Não se inquiete. Ele de facto não existia até há três anos atrás. Foi então que nasceu, produto da imaginação de um grupo de estudantes de mestrado de cinema da Universidade Católica do Porto. E foi assim que Mário Pontes fui eu e eu através dele protagonizei os filmes mais perversos e malditos deste realizador proibido. Alguns tão malditos que nem sequer aparecem neste documentário sobre o Artur!
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